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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dois dias azarados

Tive que mudar de casa, e, para chegar a meu novo lar, restaram apenas duas linhas: 179X/10 (↨ Barra Funda – Jardim Fontális) e 172T/10 (↨ Brás – Vila Nova Galvão). A 172T tem carros melhores e é praticamente a linha mais vazia da avenida, o que me levaria a escolhê-la. Mas não é isso que ocorre, pois a 172T também ostenta o título de mais demorada da avenida. Quarta-feira, um dia antes, esperei quase cinquenta minutos pela linha. Passaram todas as linhas possíveis até que ela viesse (passou até mesmo um 179X com o letreiro “Metrô Barra Funda, no sentido bairro). A péssima situação pela qual passa a linha me faz migrar para a 179X, que geralmente anda lotada neste horário onde muitos estudantes saem de seus esconderijos, a não ser que haja dois ou três carros um atrás do outro. Outra vantagem da 172T é que ela também para mais perto de minha casa (não é muita diferença, mas já é alguma coisa).
Nos meus primeiros dois dias tendo apenas estas linhas como opção, não fui completamente bem sucedido. Tive um grande azar nos dois dias (e só uma sortezinha no final).

Quinta-feira, 01/09 (ontem), eu estava no ponto pela primeira vez. Estava quase convicto de que pegaria uma 179X logo de cara, uma vez que a 172T se faz de rara. Três Apaches Vips pararam (um da linha 971V/10, outro da 1301/10 e outro da 1772/51). De repente, vejo um Marcopolo Viale de prefixo 2 2996 passando voando atrás destes três carros com a seguinte placa em sua traseira: “172T”. É uma situação que me deixa extremamente entristecido, para não dizer outra coisa, e não é a primeira vez que esse maldito motorista faz isso: já o denunciei duas vezes na central de atendimento do site da SPTrans (espero que isso sirva para algo). Eu já fui desrespeitado dessa forma dezenas de vezes, então não liguei tanto para mais uma.  Continuando a história: já que a linha demora muito, eu, obrigatoriamente, precisei esperar pela 179X, pois sabe-se lá quando o próximo carro da 172T passará…

Logo mais, veio o Apache Vip 2 5106 pela 179X. Ele é bem antigo: possui bancos Urban 90, o ronco de seu motor é estranho para um OF-1721 e ele está sujo/destruído por dentro. Talvez seja o pior carro da linha, mas, adiante, apresentarei outro. Para piorar a situação, ele foi lotando pelo caminho. Como sou azarado, poucos pontos antes de eu descer, fomos ultrapassados pelo Vip 2 5067, da mesma linha, que estava com apenas umas cinco pessoas dentro. Aqui acaba um dia de azar.

Hoje, dia 02/09, além de voltar de ônibus, também fui. Para ir, tenho as mesmas linhas como opção, mas a 172T vira prioridade, pois, apesar da triste situação dos intervalos, ela é vazia, mesmo nos horários de pico (enquanto a 179X entope de gente, dependendo da ocasião). Fui ao ponto e, temendo chegar atrasado,  por ter sido o primeiro a passar, embarquei num Apache Vip da 179X: o 2 5061. Assim como o 2 5106, possui bancos Urban 90, está ruinzinho de motor (é OF-1417), mas tem uma IMPORTANTÍSSIMA diferença: por incrível que pareça, não estava lotado! Tinha só uma pessoa de pé, e alguns assentos livres! Sentei num deles feliz da vida. Entretanto, felicidade de pobre dura pouco: além de enfrentar um chato trânsito, ao chegar no Metrô Santana, aconteceram duas tragédias: o ônibus lotou  de pessoas provavelmente querendo ir ao Bom Retiro, e, ainda por cima, foi ultrapassado pelo 2 2216 da 172T. E pensar que mais poucos minutos a mais e eu poderia estar dentro dele…

Ainda não acabou: na hora de voltar para casa, dois ônibus parados no ponto e um desgraçado carro descarregando um passageiro folgado (ponto de ônibus não é lugar para fazer isso!). Sabe o que isso ocasionou? O 2 2216 PASSANDO RETO E ÀS ESCONDIDAS PELO PONTO! Sim, o carro da 172T que passa nesse horário sentido bairro é o mesmo do horário da manhã sentido centro. Enfim… fui atacado pela mesma droga de ontem! Mas que malditos motoristas sem paciência…! Eu até já tive a oportunidade de usar o 2 2216 e seu operador não parecia ser malvado. Eu teria que me submeter à 179X de novo… O que há de errado comigo para receber isso dois dias consecutivos? Esperei uns quinze minutos e nada. Isso praticamente significava algum Vip aleatório da 179X lotado. 

Para salvar um dia, e finalmente algo bom acontecer, eis que aparece o 2 2536 pela 172T, um Busscar Urbanuss Pluss OF-1722M com elevador, contra todas as minhas expectativas. Foi uma coisa bem randômica, pois o carro que vem depois do 2 2216 não deveria aparecer nesse horário. Inclusive, estava só com uma pessoa dentro (e as outras três, contando comigo, que entraram no ônibus). Aí sim consegui ir para casa tranquilamente.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ônibus em 02/06/2011 - 107T-10

02/06/2011: hoje, o dia era completamente diferente — mas frio, como sempre tem sido. Hoje, eu precisaria ir às imediações da Rua Augusta, sem nenhum propósito jocoso. Iria e voltaria de ônibus. Essa é uma coisa que já difere o dia dos demais, porém não é a única. Normalmente, eu teria oito opções de linhas de ônibus, mas hoje esse número cai drasticamente para apenas uma linha: 107T/10 (Cidade Universitária - Tucuruvi). Junto comigo, aventuravam-se mais dois amigos. Outra coisa diferente deste dia é a greve no transporte público. Falar “greve no transporte público” é uma generalização, mas nota-se o caos que se instalou na região metropolitana de São Paulo — principalmente no “ABCD... paulista” — graças à greve da CPTM (linhas de trens completamente paralisadas) e também à greve dos motoristas de ônibus no ABC. Metrô e ônibus ficam mais lotados do que o normal por causa disso. Talvez isso me afetasse, mas eu esperava ônibus lotado, com ou sem greve, pois eu iria num horário de pico (7h30).
      Indo à luta, dirigi-me ao TP (terminal primário/ponto inicial) da 107T, nas estreitas calçadas da Estação Tucuruvi. Fiz isso, porque tal ato garantiria um lugar para sentar no ônibus, o que é indispensável. Havia dois Millennium II pisos baixos centrais (2 2703 e outro do qual não me lembro) parados por lá. Para minha surpresa, de um deles havia descido uma cobradora. Era uma que me disse — há uma semana — “Apareceu, hein?”. Muitas coincidências aconteceram comigo ultimamente, e isso certamente não é uma exceção. Ela conversou com um de meus amigos, dizendo que estou “acostumado” a pegar ônibus, e que sou um “freguês” da linha...
2 2703 em uma linha da USP: 177H/10 (Butantã USP - ↨ Santana). É
comum que alguns carros alternem entre as linhas da USP da Sambaíba.
Provavelmente o 2 2719 e o 2 2703 não são um deles, pois a 107T só
os recebeu recentemente (assim como recebeu outros PBCs).
(Créditos a Fábio Evangelista, aqui.)
    Quando eu estava chegando a Tucuruvi, vi um Apache Vip de prefixo inidentificável na 107T. Por isso, precisei esperar cerca de dez minutos até que o Millennium em que embarquei (2 2703) saísse, às 07h40. Isso foi até bom, pois se em Millennium já não é tão bom andar num ônibus lotado, pior ainda seria num Apache Vip. Eu esperava que o trajeto tivesse duração de uma hora: eu estava totalmente enganado.
     O ônibus saiu do Metrô Tucuruvi com uns vinte assentos ocupados. Vazio, mas após passar pelas Avenidas Nova Cantareira e Leôncio de Magalhães, ficou com cerca de três pessoas em pé (isso, porque algumas também desceram). A linha contem um sobe-e-desce durante todo o trajeto. De qualquer forma, melhor do que eu imaginava como poderia ser. Ao chegar no Metrô Santana, poucas pessoas desceram, o que para mim é novidade. Muitas subiram, e a viagem seguiu com o ônibus contendo umas dez pessoas em pé. A partir daí, achei que apenas teria de esperar a chegada à Rua Augusta pelo trânsito de São Paulo, sem me preocupar com absolutamente mais nada. Porém, ao chegar no centro, lugar onde achei que o ônibus esvaziaria, o meu pouco conhecimento foi desmentido. Assustei-me com o número de pessoas que entrou no ônibus, o qual lotou de vez. Resolvemos levantar dos assentos na Praça da República, para que nos preveníssemos, ficando próximos à porta. O único fato interessante a ser notado foi um homem, sentado ao meu lado, que, sempre que falávamos algo, ele comentava. Exemplo: quando um de meus amigos perguntou se a linha passava perto do Túnel Papa João Paulo II, no Anhangabaú, quando eu me preparava para responder “não”, o homem rapidamente fez isso por mim, e ainda por cima, perguntou aonde queríamos ir, achando que estávamos perdidos... Desembarquei normalmente na Rua Augusta, às 09h20 (graças ao intenso congestionamento) junto a um mar de pessoas — parecia ser um ponto demandado — com a ajuda de pessoas que desciam do ônibus para abrir passagem e que depois voltavam para dentro dele. Não foi uma viagem cansativa, já que fiquei sentado durante ela, mas deu-me uma amostra do que realmente é um ônibus no horário de pico (não tive muitas oportunidades para experimentar um). Outra coisa: se levei uma hora e quarenta minutos do TP da linha até a Rua Augusta, será que chega a três horas o trajeto até a Cidade Universitária, com o trânsito que há em São Paulo? Imagino que sim… Só não sei se na Cidade Jardim há tanto trânsito como há no centro e na zona norte de São Paulo. Durante o trajeto, uma coisa me surpreendeu: vi o 2 1773, da linha 701A/10 ( Vila Madalena - Parque Edu Chaves) quebrado. É um dos novíssimos Millennium O-500U que a Sambaíba recentemente adquiriu.
     Pulando tudo que fiz, e indo direto à volta para casa: foi-se um amigo e outro restou. Com ele, caminhei até um ponto da Rua Caio Prado, no cruzamento com a Rua Frei Caneca, às 11h50. No local, além da linha 107T, havia também a linha 107P/10 (Pinheiros – Mandaqui), das que serviam à zona norte (Santana), porém meu amigo, que poderia usar qualquer uma das duas — ao passo que eu apenas a “Tucuruvi” — preferiu a 107T, porque ela passa no Metrô Tietê (e lá ele pode pegar uma linha que utiliza antes que ela lote, no Metrô Santana). Uma cena decepcionante aconteceu enquanto caminhávamos até o ponto: vimos o 2 2341, um Millennium PBC da 107T, parado no semáforo. Nenhum de nós dois gostamos de pegar ônibus fora do ponto, apesar de o semáforo ser pouquíssimos metros depois do ponto, então resolvemos deixá-lo ir embora. Notei que seu motorista é o mesmo que, há semanas, 12h30, embarcou um cadeirante no Metrô Santana. Presenciei isso e postei por aqui.
    O ponto no qual estávamos na Rua Caio Prado era daqueles com lugar para sentar, mas com uma cobertura precária (assim considerada pelas pessoas). O interessante é que esse ponto está sempre presente em locais desertos (como a Rua Caio Prado, pois só havia uma mulher nesse ponto), enquanto em locais com uma demanda muito maior as pessoas ficam em pé (na verdade, esse ponto com míseros quatro lugares não resolveria em nada a situação). A conclusão disso é que os pontos — pelo menos a maioria — não são definidos pela demanda do local, mas sim, geralmente, pelo bairro onde o ponto está localizado. É muito fácil achar exemplares de pontos com lugares para sentar em bairros paulistanos de luxo que ficam às moscas.
     Todas as opções passaram, um carro da linha 7181/10 (Cidade Universitária – Terminal Princesa Isabel), dois da linha 7701/10 (Terminal Amaral Gurgel – Jardim Guaraú), um da linha 107P e também dois carros seletivos da linha 179TRO (Engenho Velho [EMBU] – Anhangabaú [SÃO PAULO]) da Miracatiba. O curioso é que um não tinha ninguém dentro, e o outro tinha somente duas pessoas dentro. Tudo isso levou vinte minutos. O mesmo tempo foi levado para que curvasse da Rua Frei Caneca um ônibus da 107T. Era o 2 2719, outro piso baixo central (eles facilmente dominam a linha, e aquele Apache Vip era uma exceção, sempre tem unzinho na linha).
2 2719 em outra linha da USP:
177P/10 (Butantã USP - ↨ Santana).
(177P passa pela Rua Cardoso de Almeida.
177H passa pela Avenida Angélica.)
(Créditos a Thiago Russo, aqui.)
    Como esperado, estava vazio. Nunca vi o motorista, tampouco o cobrador. 12h10 já é um horário bem mais tranquilo para qualquer linha de ônibus, logo arrumamos dois assentos livres na rica parte traseira do ônibus. Daí em diante, nada de especial ocorreu. Apenas observei a movimentação pelas ruas do centro da cidade e pelo ônibus ocasionado pelos passageiros, visto que o sobe-e-desce é algo constante na 107T. A diferença é que o movimento de manhã é muito maior, enquanto no horário de vale, é sempre uma pessoa, apenas uma, querendo descer num ponto ou querendo subir para o ônibus. Não sei se isso é alguma maldição. Mas sei que eu estava em casa às 13h10, tranquilamente. O PBC contava com apenas cinco pessoas após minha descida.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ônibus em 26/05/2011 - Parte 2

    Ainda no dia 26/05/2011: ao ir ao médico no final da tarde, perto das 17h40, aproveitei para, durante a caminhada de minutos até a Rua Alfredo Pujol, onde localizava-se o estabelecimento de minha consulta, observar alguns ônibus. Não vi nada de especial durante a caminhada, devido a eu ver apenas ônibus no sentido centro, principalmente. 17h30 não é um horário onde o sentido centro conta com muitos passageiros, com exceção de linhas onde a demanda é grande em ambos os sentidos. Mas me dei conta dos problemas que realmente ocorrem no horário de pico (dessa vez com meus próprios olhos). Também dei de cara com duas coisas totalmente insólita, apesar de insignificante, a qual você lê sobre no último parágrafo deste texto.
    Comer no Mcdonalds da rua, após passar pelo médico, pois, apresentou-se como a melhor oportunidade que tive para observar a dureza do horário de pico, basta sentar-se ao lado da janela e apreciar os ônibus das dezenas de linhas que passam pela Pujol. Também aproveito para dizer que não fui ao Mcdonalds só para observar os ônibus. Apenas aproveitei a oportunidade, visto que eu iria comer por lá mesmo. Mas esquecendo os dois lugares (consultório médico e lanchonete), e dando lugar aos ônibus, abaixo está o que vi...
    Inicialmente, vi a coisa mais absurda de todas: um Marcopolo Viale OF-1721, com um prefixo que não vi devido à escuridão, estava com o letreiro “reservado”. Ao lado do reservado, estava o “1741”, indicando que ele estava na linha 1741/10 ( Santana – Vila Dionísia), a qual possui vários Viales OF-1721 fixos. Não seria nada anormal, se não fosse pelo fato de o ônibus estar com todos os assentos ocupados e umas cinco pessoas em pé. Isso é, claramente, sinal de que cabiam mais pessoas no ônibus. Sendo mais específico ainda, isso é um sinal de que o motorista estava sendo um completo safado, provavelmente fazendo isso apenas para não pegar mais passageiros (já lotou o ônibus razoavelmente, então para que não lotar mais ainda se vai dar na mesma? E o que os passageiros da 1741 vão pensar quando verem um ônibus da linha reservado cheio de pessoas dentro?). Bem, não sei se isso é um caso isolado ou se fui “sortudo” em ver algo do tipo hoje. Gosto de "proteger" motoristas e cobradores em atitudes de pequeno porte, como por exemplo, deixar pessoas descer pela frente ou entrar por trás quando elas não tem direito a isso, mas esse daí até que merecia uma "reclamaçãozinha" no site da SPTrans, por mais ineficaz que nosso órgão gestor do transporte seja nesse quesito. Deixar os passageiros na mão em pleno horário de pico é fogo!
    Depois disso, o próximo carro da 1741, um Millennium II piso baixo central (2 2477), veio completamente cheio. É “horroroso” ver um destes com seu buraco central totalmente ocupado pelos sofredores passageiros (especialmente nesse caso onde a lotação atingiu seu auge), o pior de tudo é não haver tanto balaustre para tanta gente.  Ainda bem que não pego a 107T/10 (Cidade Universitária - Tucuruvi) no horário de pico, pois ela tem vários PBCs e costuma lotar, principalmente em Santana, de manhã (na verdade, por coincidência, precisarei pegá-la 8 da manhã no dia 02/06, verei como será e depois relatarei). Dois minutos depois, veio o próximo carro da 1741: outro Viale, bem mais vazio, com ninguém em pé, e por sinal, com alguns assentos livres. Isso é errado, é claro, já que os horários deveriam ser melhor distribuídos para atender adequadamente a demanda.
    
PBC (piso baixo central) lotado. Terrível, não?
(Foto de http://marioav.blogspot.com/2006/12/nibus-parte-2.html)
Nada pior do que isso aconteceu. Vi carros das linhas 971V/10 (Center Norte – Jardim Vista Alegre), 1745/10 (Center Norte – Vila Nova Cachoeirinha), 971X/10 ( Santana – Terminal Cachoeirinha), 178A/10 (Lapa – Imirim), 178L/10 (Hospital das Clínicas – Lauzane Paulista) e 971A/10 ( Santana – Jardim Primavera), todas lotadas, com exceção de um da 971A e de outro da 178L, mas pelo menos foi uma lotação causada por causa da demanda do horário, e não por causa de qualquer irregularidade (novamente, coloco uma exceção: houve um momento de longo intervalo na 178A, quando passaram dois carros seguidos, o que fez com que um ficasse lotado e outro vazio).
    Também há as linhas que não passam tão lotadas por ali, pelo menos nesse horário (não sei quanto aos outros). São elas: 178C/10 (Lapa – Parque Edu Chaves), 175P/10 ( Ana Rosa – Parque Edu Chaves), 177P/10 (Butantã USP - Santana via Rua Cardoso de Almeida), 177H/10 (Butantã USP - Santana via Avenida Angélica). Apenas um Apache Vip da 177H passou lotado, graças aos seus longos intervalos, mas passaram vários das outras citadas vazios, houve um momento onde a 175P ficou com alto intervalo, e mesmo assim apareceu nela um dos novíssimos Milennium’s O500U bem vazio. Adiciono que refiro-me ao "sentido bairro" da Rua Alfredo Pujol, sentido Avenida Imirim, e não ao sentido contrário, o qual não pude observar corretamente por estar de costas.
    O curioso é que não vi nenhum exemplar da linha 1301/10 (Praça do Correio – Terminal Casa Verde), ela é um ótimo exemplo de linha fantasma, e aposto que, qualquer fosse o intervalo da linha, os carros dela não ficariam lotados (considerando que não seja um dos micro-ônibus remanescentes, que agora estão mais escassos com a chegada dos novos Millennium’s, mas nem eles chegam a lotar). 
    Voltei para casa brevemente. Vi de interessante somente um Millennium PBC na linha 172T/10 ( Brás – Vila Nova Galvão), era o 2 2700... Não é comum aparecer motores traseiros nessa linha. Há poucos dias, o mesmo 2 2700 estava em uma linha que não conhece muito bem também: a 1726/10 ( Santana - Vila Zilda). Ônibus até que apropriado para a linha (172T), que não apresenta tanta demanda, também pelo fato de ser longa (e conter sobe-e-desce de pessoas durante o seu itinerário).
    Para "finalizar o dia": não posso deixar de contar os dois fatos indiscretos do dia, que mais me causaram estardalhaços: em primeiro lugar, enquanto voltava para casa de 107T, no PBC 2 2471, às 12h40, como relatado na postagem anterior do blog, vi do outro lado da Avenida Cruzeiro do Sul um dos Millennium’s recentes da sambaíba: 2 1666. Na hora não me importei com isso, só achei... Interessante? Enquanto fazia a observação desse post, vi na linha 178C o Apache Vip OF-1722 2 2666, o qual também passou por mim ontem (25/05) pela linha 177C/10 (Vila Madalena - Jardim Brasil). Agora sim eu tinha motivos para me importar com a situação. Não devido a qualquer superstição relacionada ao número, mas apenas por bisbilhotice mesmo. Ver os dois no mesmo dia? Com certeza algo que demorarei a fazer novamente (isso se algum dia eu fizer, o que é bastante improvável). Considero-me, pois, um cara com uma inútil, mas ao mesmo tempo útil sorte. Inútil, pois não ganho nada com isso, mas útil, pois ela, além de render um parágrafo neste post, deu-me um pequeno momento de descontração pessoal... O segundo fato que não acontece todos os dias foi um incêndio numa construção abandonada que ocorreu na minha rua! Isso parece não ter a ver com ônibus, mas eu rapidamente digo que ele foi o responsável por interditar, e consequentemente, alterar o itinerário das linhas que por aqui trafegam.