Tive que mudar de casa, e, para chegar a meu novo lar, restaram apenas duas linhas: 179X/10 (↨ Barra Funda – Jardim Fontális) e 172T/10 (↨ Brás – Vila Nova Galvão). A 172T tem carros melhores e é praticamente a linha mais vazia da avenida, o que me levaria a escolhê-la. Mas não é isso que ocorre, pois a 172T também ostenta o título de mais demorada da avenida. Quarta-feira, um dia antes, esperei quase cinquenta minutos pela linha. Passaram todas as linhas possíveis até que ela viesse (passou até mesmo um 179X com o letreiro “Metrô Barra Funda, no sentido bairro). A péssima situação pela qual passa a linha me faz migrar para a 179X, que geralmente anda lotada neste horário onde muitos estudantes saem de seus esconderijos, a não ser que haja dois ou três carros um atrás do outro. Outra vantagem da 172T é que ela também para mais perto de minha casa (não é muita diferença, mas já é alguma coisa).
Nos meus primeiros dois dias tendo apenas estas linhas como opção, não fui completamente bem sucedido. Tive um grande azar nos dois dias (e só uma sortezinha no final).
Quinta-feira, 01/09 (ontem), eu estava no ponto pela primeira vez. Estava quase convicto de que pegaria uma 179X logo de cara, uma vez que a 172T se faz de rara. Três Apaches Vips pararam (um da linha 971V/10, outro da 1301/10 e outro da 1772/51). De repente, vejo um Marcopolo Viale de prefixo 2 2996 passando voando atrás destes três carros com a seguinte placa em sua traseira: “172T”. É uma situação que me deixa extremamente entristecido, para não dizer outra coisa, e não é a primeira vez que esse maldito motorista faz isso: já o denunciei duas vezes na central de atendimento do site da SPTrans (espero que isso sirva para algo). Eu já fui desrespeitado dessa forma dezenas de vezes, então não liguei tanto para mais uma. Continuando a história: já que a linha demora muito, eu, obrigatoriamente, precisei esperar pela 179X, pois sabe-se lá quando o próximo carro da 172T passará…
Logo mais, veio o Apache Vip 2 5106 pela 179X. Ele é bem antigo: possui bancos Urban 90, o ronco de seu motor é estranho para um OF-1721 e ele está sujo/destruído por dentro. Talvez seja o pior carro da linha, mas, adiante, apresentarei outro. Para piorar a situação, ele foi lotando pelo caminho. Como sou azarado, poucos pontos antes de eu descer, fomos ultrapassados pelo Vip 2 5067, da mesma linha, que estava com apenas umas cinco pessoas dentro. Aqui acaba um dia de azar.
Hoje, dia 02/09, além de voltar de ônibus, também fui. Para ir, tenho as mesmas linhas como opção, mas a 172T vira prioridade, pois, apesar da triste situação dos intervalos, ela é vazia, mesmo nos horários de pico (enquanto a 179X entope de gente, dependendo da ocasião). Fui ao ponto e, temendo chegar atrasado, por ter sido o primeiro a passar, embarquei num Apache Vip da 179X: o 2 5061. Assim como o 2 5106, possui bancos Urban 90, está ruinzinho de motor (é OF-1417), mas tem uma IMPORTANTÍSSIMA diferença: por incrível que pareça, não estava lotado! Tinha só uma pessoa de pé, e alguns assentos livres! Sentei num deles feliz da vida. Entretanto, felicidade de pobre dura pouco: além de enfrentar um chato trânsito, ao chegar no Metrô Santana, aconteceram duas tragédias: o ônibus lotou de pessoas provavelmente querendo ir ao Bom Retiro, e, ainda por cima, foi ultrapassado pelo 2 2216 da 172T. E pensar que mais poucos minutos a mais e eu poderia estar dentro dele…
Ainda não acabou: na hora de voltar para casa, dois ônibus parados no ponto e um desgraçado carro descarregando um passageiro folgado (ponto de ônibus não é lugar para fazer isso!). Sabe o que isso ocasionou? O 2 2216 PASSANDO RETO E ÀS ESCONDIDAS PELO PONTO! Sim, o carro da 172T que passa nesse horário sentido bairro é o mesmo do horário da manhã sentido centro. Enfim… fui atacado pela mesma droga de ontem! Mas que malditos motoristas sem paciência…! Eu até já tive a oportunidade de usar o 2 2216 e seu operador não parecia ser malvado. Eu teria que me submeter à 179X de novo… O que há de errado comigo para receber isso dois dias consecutivos? Esperei uns quinze minutos e nada. Isso praticamente significava algum Vip aleatório da 179X lotado.
Para salvar um dia, e finalmente algo bom acontecer, eis que aparece o 2 2536 pela 172T, um Busscar Urbanuss Pluss OF-1722M com elevador, contra todas as minhas expectativas. Foi uma coisa bem randômica, pois o carro que vem depois do 2 2216 não deveria aparecer nesse horário. Inclusive, estava só com uma pessoa dentro (e as outras três, contando comigo, que entraram no ônibus). Aí sim consegui ir para casa tranquilamente.
Pegar um ônibus sem ninguém dentro é uma tarefa extremamente improvável. Sempre imaginei que houvesse essa possibilidade. Utilizo algumas linhas que têm uma demanda que deixa a desejar, mas, mesmo assim, o desafio de ser o único passageiro era dificultoso. Certo dia, tive a oportunidade de completar esta missão. Não era um desafio, mas era algo que seria interessante (e foi!). Tenho dois casos.
Um deles aconteceu em 2010: eu estava voltando para casa, como sempre. Quando eu me dirigia ao ponto de ônibus, passou por mim um carro da linha 172T/10 (↨ Brás – Vila Nova Galvão): um Busscar Urbanuss Pluss OF-1721, o 2 2573 (atualmente aposentado). Ignorei-o e continuei a seguir meu rumo. Logo que cheguei ao ponto, também a ele chegava um outro Busscar Urbanuss Pluss OF-1721 (também aposentado). Desta vez, era o 2 2572 que, incrivelmente, fazia a mesma linha, e eu o peguei.
Diferentemente de seu irmão, o 2 2572 tem letreiro eletrônico laranja e é um dos poucos Pluss do ano de 2001 que recebeu esse presente (que não é muito bom, pois é difícil de ler). A 172T é uma linha com intervalos geralmente longos e que costuma andar vazia. Um ônibus atrás do outro ocasionou o inevitável: havia somente eu e mais duas pessoas no cansado Pluss. O da frente roubou a maioria das pessoas que necessitavam da linha e eu acabei pegando o de trás por questão de segundos. Além de já ter roubado, ele ainda roubaria: ao chegar na parada do Metrô Santana, essas duas pessoas que estavam comigo no Pluss mórbido desembarcaram e apenas eu sobrei, e ninguém entrou, visto que o Pluss que ganhava a “corrida” (não duvido de que fosse uma) roubou os passageiros.
Completei minha missão: fiquei sozinho. Mas este não era o único fato estranho: depois que estas pessoas desceram, o cobrador ficou louco para ver se ainda restara alguém no ônibus. Até levantei para mostrar a cara. Na hora de descer, apertei o botão de parada solicitada e o cobrador gritou: ”É o último!” Acho que estavam desesperados para se livrarem de mim (em outras palavras, para não terem nenhuma pessoa no ônibus). A maior prova disso é que, ao parar no semáforo de um cruzamento antes do ponto em que desço, o cobrador soltou: “Ei… você pode descer aí?” Como a distância não era tão grande (uns dois minutos a pé?) e eu quis colaborar com eles (haja visto o visível desespero), aceitei. O cobrador mandou e o motorista abriu a porta traseira. O Pluss prosseguiu com sua viagem sem ninguém dentro, provavelmente ultrapassando o amigo e recebendo mais passageiros ao longo do grande trajeto da linha 172T.
Como eles não fizeram nada de grave, não havia um porquê para denunciá-los (é errado parar fora do ponto e eles quase me “obrigaram” a descer), a não ser que eu quisesse denunciar a porcaria do tempo que você fica no ponto esperando essa linha (o intervalo pode ter sido maior depois destes dois carros). Atravessei duas ruas a mais do que o esperado e essa foi a última mudança do dia.
Em 2011 (esse ano!), há alguns meses, aconteceu o contrário: eu fui o primeiro a entrar num ônibus que não tinha ninguém, e depois entrou alguém. Em um dia aleatório como qualquer outro, estava esperando uma linha “legal” (para ser uma linha legal, a principal característica que a linha deve apresentar é ser vazia). Entre as legais, destacam-se 271C/10(Praça da República – Parque Vila Maria), 172T/10 (↨ Brás – Vila Nova Galvão), 107T/10 (Cidade Universitária– ↨ Tucuruvi)e 177C/21 (Shopping Center Norte – Parque Edu Chaves). Elas sempre foram as mais vazias, todavia as outras linhas que serviam não listadas aí em cima, às vezes, também tinham seus momentos de glória, carregando poucos passageiros, não importando o motivo.
Voltando à história, lembro-me de que peguei um Apache Vip OF-1721 na linha 177C/21 (o prefixo eu não lembro). Se não me engano, havia passado um outro carro da linha 177C/21 logo a frente, e adivinha o que aconteceu? Ora, é só pegar o assunto desse texto. Simples: entrei no ônibus e não havia ninguém dentro. No ponto do Metrô Santana, apenas um homem embarca, o que não é comum nessa linha — já fiquei em pé nela em Apache S21, que tem quarenta lugares para sentar. Quando desci, como costumeira e obrigatoriamente faço, apenas o tal do homem acomodava-se dentro do Vip.
Era 14/06/2011, um dia normal. Apenas era, certo… pois acabou terminando em um fato surpreendente e desagradável (nem tanto, vai), e essa é a razão para eu estar agora disposto a contar esta história, que se refere não exatamente ao motorista, mas, sim, ao fato que ele provocou. Tudo começou quando pude voltar para casa às 9h40…
Era indubitavelmente um horário não rotineiro. Esse horário me traz recordações decentes, no que se refere à “busologia”. Ele contem o motorista da 271C/10 (Praça da República – Parque Vila Maria) que passa por volta das 12h30 (ultimamente não o tenho visto nesse horário, na verdade), e, vinte minutos depois, apresenta também o 2 1591, da 172N/10 (↕ Belém – Shopping Center Norte), que é dirigido também por um moço que passa 12h30. Sei disso, pois, no caso do primeiro, já tive a experiência de usá-lo 9h40, e no caso do segundo, já o observei passando pela Avenida Cruzeiro do Sul às 10h00. Fiquei, digamos, ansioso para ver se me depararia com algum “conhecido”, de fato.
Fui ao ponto, que se encontrava vazio devido ao horário (fato, pois não há quase ninguém voltando para casa às 9h40 de uma terça-feira), e lá esperei, esperei, e esperei. Eu era a todo o momento abordado por várias opções de linhas que eu poderia pegar, mas resisti fortemente. Eu não esperava dar com os burros n’água, de modo algum, pois estava confiante de que o encontraria. Ao fundo, vi um Apache Vip, e pensei: será que é? Imagino isso, pois considero o motorista pontual, e ele logo havia de passar. Não deu outra: acertei na mosca (por sorte, consideremos). Encostou atrás de um Caio Millennium II O500M (novo) de prefixo incognoscível que estava parado no ponto o tal do Apache Vip, que era o 2 2076, um OF-1721. Linha? 271C. Mesmo com a informação necessária, hesitei em dar o sinal, pois nem sabia se era o “conhecido” motorista mesmo (sim, minha inútil missão era encontrá-lo). Por felicidade, ele somente acabou parando no ponto, porque alguém queria desembarcar, isso me deu a chance de observar se era realmente ele. Em outras palavras, se ninguém desembarca, o motorista apenas dá tchau para o ponto, pois, realmente, a demanda da linha deixa a desejar nesse horário. A maior prova disso é que, da vez em que a peguei 9h40, eu era a única alma do ônibus. Depois de passar pelo Metrô Santana, o mais importante de todos os pontos da linha, apenas uma senhora entrou, e ela foi a única remanescente depois que desci do Apache S21 2 2021, na época. Continuando a história: quando ele se preparava para rumar sentido bairro, depois de deixar o passageiro, consegui reparar em sua face e… sinalizei. Sabem por que fiz isso, certo? Era ele. O curioso é que era muito fácil identificá-lo, pois sempre estava no supramencionado S21 de prefixo 2 2021, mas, depois que eles foram aposentados, sempre alternou entre uns Apaches Vips (ficou vários dias com o 2 2095, outro OF-1721, mas também já o peguei com o 2 2798, um OF-1722M, e hoje estava com o 2 2076, que deve ser da linha 271A/51 (↕ Santana - Cangaíba)).
Minha inútil missão estava completa. Vale ressaltar também que, além de motorista, cobrador também era o mesmo. Nada de especial foi notado durante o trajeto, tirando a MONSTRUOSA demanda que a linha tinha: cinco pessoas dentro do ônibus! Será um recorde do horário? Não sei… mas sei que… enfim… esse era o número.
Bem, o inútil dos fatos, de dois que ocorreram, é que motorista e cobrador, ao pararem num semáforo, conversaram com a dupla de um Busscar Urbanuss Pluss OF-1721 linha 177C/21 (Shopping Center Norte – Parque Edu Chaves), que estava parado ao nosso lado. Era o 2 2918, que foi aposentado um dia depois. Não sei com qual adjetivo defino ter visto um carro em seu último dia de operação: emocionante? Interessante? Inútil? Nada? Não tenho opinião?
Certamente, o leitor ainda tem dúvida de qual é o fato desagradável e surpreendente… Como falei logo acima, são dois. Listarei o que falta, que é o realmente desagradável. É o que tem papel importante nesta historieta. Depois da conversa que houve entre as duas duplas lá no farol da Rua Duarte de Azevedo, aprontei-me para apertar o botão de parada solicitada, por motivos óbvios (para brincar não era, odeio quem faz isso a fim de badernar). Obviamente, eu iria descer.
Acho que ainda não falei sobre isso por aqui, mas posso falar agora. É isso: tenho confiança nos motoristas “conhecidos” quando o assunto é descer do ônibus. Eu acho que, com apenas isso, não dá para entender o que quero dizer. Mas agora sim explico: já fui desrespeitado inúmeras vezes por motoristas que não atenderam ao botão de parada solicitada, sei lá se por desatenção, por não conhecerem o ponto, por estarem de sacanagem ou sei lá o que. Fortaleço os dois primeiros motivos, visto que o ponto onde desembarco é deserto e quase inútil, além de ter outro muito próximo logo adiante. Se o motorista parar no próximo, nem me importo. Minha real preocupação seria ir além… Enfim: quando pego o ônibus com os tais dos motoristas “conhecidos”, sinto-me completamente seguro de que descerei normalmente.
Vejam bem, não estou comentando isso à toa. Talvez alguns já tenham imaginado o que aconteceu hoje. E os que não imaginaram, provavelmente decifraram a charada com a última frase. Se ainda assim alguém não conseguiu descobrir o que é, basta ler o resto do texto.
Inesperadamente, o motorista passou do meu ponto. Entrei em um estado de desespero, pois tenho certa vergonha de gritar a famosa frase “Vai descer!”. Acho-a estranha, e tenho a sensação de que todos no ônibus olhar-me-ão depois disso. Para essas e outras, não existe o mastercard, mas existe o cobrador legal: ele avisou o motorista de que eu iria descer naquele ponto. Não sei se simplesmente por ter visto o botão de parada aceso ou por me conhecer (saber que desço ali). Fui veementemente deixado entre o segundo e o último ponto da rua!
Tudo bem que existem cobradores legais, mas existem, também, os que nem se importam com a situação dos passageiros. Mas que droga, por que diabos eles não se dão ao luxo de fazer isso? Eles não têm tantas funções assim… Alguns ficam mexendo no celular, pô. Uma vez, vi um cobrador legal que ficou batendo na caixa onde são guardadas as moedas para avisar que eu iria descer (antes de chegar ao ponto). Seria tão bom se todos os cobradores fossem atenciosos com os passageiros (por mais que alguns sejam folgados e insatisfeitos com “ônibus”).
Agora, meu único desejo é encontrar-me novamente com esse motorista da 271C, apenas para ver se ele ficou mais esperto, hehe. Seria interessante, para mim, ver alguém mais, além da cobradora da 107T que passa 12h30, falando comigo. Falando nela: vi-a sexta-feira, dia 17/06/11. Foi interessante. A cada dia que passa… vejamos… socializo-me mais?
Despeço-me agora. Espero contar uma nova história no dia 25/06/11, quando haverá um legalzón passeio. Com o acontecimento do dia catorze, só digo que não estou mais tão seguro quanto pensava estar em relação aos motoristas que já pararam para que eu descesse em meu ponto…
23/05/2011: Mais um dia frio em São Paulo. Por sair mais cedo de casa, não enfrentei trânsito na ida à escola, tampouco vi muitos ônibus (no trânsito dá de ver vários). Somente uma coisa interessante na linha 1788/10 (Metrô Santana – Jardim Fontális): em pleno horário de pico da manhã, vi um carro dela indo ao Metrô Santana com ainda assentos disponíveis, mas vi um saindo do Metrô Santana em direção ao bairro com pessoas em pé... Estranho.
Hoje saí atrasado o suficiente para perder o Millennium II O500M novo 2 1591 da 172N/10 (↨ Belém – Shopping Center Norte), juntamente com o Urbanuss Pluss OF-1721 2 2255 da 177C/21 (Shopping Center Norte – Pq. Edu Chaves), sendo que estava um atrás do outro enquanto me dirigia ao ponto. Por causa deste acontecimento, achei que “mofaria” no ponto esperando uma boa linha, mas no final das contas não tive que esperar por muito tempo, pois dois minutos após o 2 2255, apareceu o 2 2079, um Apache Vip I OF-1721, surpreendentemente, também pela 177C/21. Não hesitei em dar sinal, e como já havia passado um carro da 177C/21, o que poderia ser esperado aconteceu: apenas eu entrei no ônibus.
Além de apenas eu ter entrado no ônibus, outra coisa de semelhante nível comparatório veio ao meu conhecimento: não havia NINGUÉM dentro do ônibus. É a segunda vez que isso acontece comigo, pois uma vez ano passado vi um carro da 172T/10 (↨Brás – Vila Nova Galvão) enquanto ia ao ponto, e quando cheguei vi outro da 172T, o qual peguei, e o qual tinha apenas duas pessoas dentro (também há outro caso da 271C onde a peguei sem ninguém dentro, mas em tal ocasião não era por causa de outro carro da linha logo a frente). Também reparei que o cobrador era um com o qual já peguei, mas sua dupla era um motorista careca com óculos escuros, diferente do cara de cabelo branco que estava dirigindo o Vip hoje, e não é a primeira vez que presencio duplas alteradas, já vi isso em variadas linhas que pego. E por último, também foi possível notar que este OF-1721 (2 2079) estava fraco, e o motorista demorava a trocar de marcha, o que fez com que a viagem ficasse lenta, e não descarto a possibilidade dele estar forçando a lentidão, devido ao Urbanuss Pluss da mesma linha logo a frente. Sei lá.
Um ponto depois, ninguém entrou. Durante o trajeto, a lerdeza supracitada fez com que fossemos ultrapassados por um Millennium novo da linha 177C/10 (Vila Madalena – Jd. Brasil), o que aumentava as chances de ninguém mais entrar no ônibus (não que viajar solitariamente seja algo bom). Ao chegar na parada do Metrô Santana, parecia que ninguém entraria mesmo, mas quase saindo do ponto, um homem correndo deu sinal, e por aqui acaba, pois só ele entrou. Como ninguém entrou no primeiro ponto da Rua Duarte de Azevedo, e o meu corriqueiro desembarque ocorreu normalmente no segundo ponto da mesma rua, foi também este homem que entrou que assumiu a tarefa de ficar sozinho no ônibus. Nada me balburdiou hoje.
20/05/2011: Mais um dia frio como outro qualquer. Passavam felizes na rua todos os tipos de veículos, já que ela estava livre de trânsito. Entre eles estavam os Millennium’s 2 1618 e 2 1622, fixos da linha 271M-10 (↕ Santana - Parque Novo Mundo) protagonistas de algo inusitado que aconteceu no dia 13/05/2011. Hoje eu estava pronto para pegar ônibus vinte minutos mais cedo: 12h10. Mesmo assim, pretendia esperar até 12h30, “enrolar” parado no ponto de ônibus, apenas para observar, e também por ser cedo demais comparado ao horário normal no qual saio (12h30).
Cheguei ao ponto no referido horário e fiquei em pé, quase apoiado na frágil parada que há por ali. Como planejado, fiquei esperando... Vi vários ônibus passar, desde micro-ônibus remanescentes na linha 1301/10 (Praça do Correio – Term. Casa Verde) aos novos Millennium’s na 174M (Museu do Ipiranga – Jardim Brasil), 172N/10 (↕ Belém - Shopping Center Norte) etc. A coisa mais interessante (e repugnante) que vi foi uma lotação clandestina fazendo uma linha sem número, denominada por eles de "Carandiru - Vila Ede", ou seja, obviamente uma concorrente da 1721/10 (↕ Carandiru - Vila Ede). Eles param numa rua próxima a Estação Carandiru, esperam um ônibus da 1721 sair e encostam no ponto final dela para roubar passageiros, e então vão embora quando chegam algum ônibus da linha. As pessoas que a pegam são os típicos passageiros "burros", pois pegar essas lotações é algo perigoso, e qual é a diferença se ela só vai sair quando outro ônibus da linha chegar (o qual não demora para partir)? Quando já eram aproximadamente 12h20, estava vindo ao fundo um Busscar Urbanuss Pluss OF-1721 (por ter um letreiro de lona), o qual surpreendentemente estava na linha 271C/10 (Praça da República – Parque Vila Maria). Peguei-o, pois quem o dirigia era o motorista que geralmente está com o Apache Vip I OF-1417 de prefixo 2 2038 (que às vezes aparece 12h30, mas geralmente vem antes mesmo, como hoje). É apenas a segunda vez na minha vida que pego um Urbanuss Pluss OF-1721 na 271C, a primeira foi quando fui ao cinema num dia do qual não me lembro agora, ano passado, umas 15h00. É raro vê-los na linha. Eu mesmo só vi uma vez, além das duas em que peguei (sendo uma agora). O ônibus estava razoavelmente cheio, com uns 30 dos 40 assentos presentes num Pluss ocupados. Embora houvesse boa lotação de bancos, os cinco últimos estavam vazios, e foi num deles que me assentei. Aconteceram dois fatos inesperados dentro deste ônibus.
O primeiro foi achar uma moeda de cinco centavos ao lado do banco onde eu estava (e repito: os cinco últimos bancos estavam vazios até então, só havia eu lá!). É óbvio que cinco centavos é uma quantia quase insignificante, ou ao menos que não faz falta na vida de ninguém (nem das pessoas que não tem dinheiro algum, pois não dá para comprar muita coisa com esta moeda...), até por isso hesitei em pegar a moeda, deixando-a do meu lado, mas após um curto momento de reflexão decidi pegá-la, seria um acréscimo às várias moedas de dez centavos que carrego comigo. O segundo fato que ocorreu foi um homem que embarcou no mesmo ponto que eu perguntar a mim (provavelmente por eu ser a pessoa mais próxima a ele) se este ônibus passaria na Rua Jacuna. A resposta era sim, e foi isso que eu disse a ele, porém ele, de certa forma, duvidou, apenas pelo simples fato de a linha 271C não virar na Av. Gal. Ataliba Leonel, como fazem as linhas 1721/10 e 1728/10 (↕ Carandiru – Jardim Brasil). Tive que explanar a ele que a 271C passaria no Metrô Santana, e depois seguiria seu caminho para a direita, passando pela Rua Jacuna. Ele não agradeceu, talvez por não confiar tanto em mim, talvez por estar ocupado falando ao celular (ele recebeu umas três ligações em poucos minutos, e pelo que entendi na conversa é um cara com clientes), de qualquer maneira, não posso reclamar disso, pois sou uma pessoa que geralmente também não agradece aos outros em quaisquer atos, por pura vergonha de falar “obrigado” (vai saber se o cara também não era assim). Fico apenas pensando o que ele deve ter pensado quando desci na Rua Duarte de Azevedo, algo como “Como ele sabe que passa na Rua Jacuna se ele desce antes de passar nela?”, considerando que são raras as pessoas que conhecem itinerários de linhas de ônibus por aí.
No Metrô Santana, praticamente desceram e subiram o mesmo número de pessoas, não mudando nada na quantidade de passageiros do ônibus. Foi uma viagem medíocre, nem muito boa, nem muito ruim, apenas na média. O motorista parecia não estar acostumado com um Pluss OF-1721, ou estava tomando algum cuidado, pois já vi melhores (mais rápidos, e ser rápido não significa necessariamente dirigir perigosamente).
Para terminar esta história, relato uma outra coisa curiosa que vi enquanto caminhava até minha casa: uma mulher dirigindo o Marcopolo Senior 2 2318 na linha 1778/10 (Metrô Santana – Jaçanã). Deixo então meus parabéns às mulheres, que cada vez mais conquistam suas posições em profissões que são dominadas pelo sexo masculino, onde é raro vê-las. A última vez que eu vira uma foi em 2009, num Millennium O-500U da linha 177H/10 (Butantã USP – Metrô Santana), o que prova que elas também podem dirigir carrões (inclusive já vi gente dizendo que viu mulheres dirigindo articulado)!
Foto antiga de um Urbanuss Pluss (2 2635) fazendo a linha 271C. Hoje em dia este Urbanuss Pluss tem um letreiro eletrônico branco e está fixo na linha 1782/31 (↨ Santana - Vila Nova Galvão, via Pq. Vitória).
(Créditos a http://shw.jubern.fotopages.com/11625339/22635-Busscar-Urbanuss-Pluss-Sambaba.html.)
Outro exemplo de Urbanuss Pluss OF-1721 na linha 271C. (Créditos a Rafael de http://only-buses.4shared.com.)
Este é o primeiro passeio que relato (de muitos, espero). Aproveito logo para dizer que esta postagem é, digamos, grande. Passeios são giros (literalmente, se preferir são triângulos, quadrados, etc.) que faço pela cidade de São Paulo ou talvez por outras (mas voltando para São Paulo depois), geralmente usando três linhas de ônibus (às vezes uso quatro sendo um para curta distância, ou também uso dois para ir e voltar a um lugar quando quero passeios simples, curtos e rápidos), partindo de um lugar e voltando para o mesmo lugar. Existem também alguns extremos os quais raramente faço, quando por exemplo, fui até a Ilha do Bororé, deslocando-me de Santana até o extremo da Zona Sul (já na zona ambiental), o que me roubou sete horas de vida. Ao fazê-los, desejo conhecer a demanda das linhas, seu trajeto, seu ponto final e inicial (TP's e TS's), talvez, bem como relatar fatos curiosos.
14/05/2011: um sábado com sol e frio simultaneamente, na minha visão, e um sábado nublado de temperaturas amenas, na visão do site da SMT, que aleatoriamente consultei, mas nada capaz de impedir um “rolê” por São Paulo. Este passeio estava planejado há um tempo e tinha como principal objetivo pegar a linha 172T/10 (Metrô Brás – Vila Nova Galvão) até seu TS (ponto final) no Brás, apenas com a finalidade de conhecer, já que fiquei por várias vezes lá dando com os burros n’água, graças aos seus longos intervalos e irregularidades por parte de alguns motoristas. Depois, eu pensaria no que fazer para voltar para casa usando linhas diferentes. Uma das opções era ir até Guarulhos, mas é algo que se tornou inviável graças aos longos intervalos das linhas guarulhenses no Metrô Brás. Decidi, então, achar uma opção para sair de lá que não fosse 172T/10 e 5630/10 (Metrô Brás – Terminal Grajaú), que são as únicas com ponto final no Metrô Brás, pois já peguei as duas recentemente (não que esse seja o motivo, mas eu não quero voltar de 172T e nem enfrentar a superlotação/trajeto demorado da 5630/10 de novo). A alternativa que achei foi: caminhar do Terminal do Metrô Brás até a Avenida Rangel Pestana, pois é aqui que entra a segunda missão que surgiu depois do planejamento deste passeio (ainda bem, senão eu perderia a chance): andar nos novos Millennium’s O-500U que estão em peso na linha 175P/10 (Metrô Ana Rosa – Pq. Edu Chaves). Uni o útil ao agradável, visto que a Avenida Rangel Pestana era minha única opção próxima e lá eu poderia pegar a linha 2175/10 (Praça da Sé – Jardim Guançã), que tem seu TP (ponto inicial) ao lado das linhas 175P/10 e 1721/10 (Metrô Carandiru – Vila Ede)! Em último caso, poderia ainda pegar as linhas 2161/10 (Praça do Correio – Pq. Edu Chaves), 2127/10 (Metrô Liberdade – Jd. Brasil) e 2182/10 (Praça do Correio - Jd. Brasil), para depois pegar a 175P/10 no meio de seu itinerário. Foi então formado: 172T/10 -> 2175/10 -> 175P/10.
Esse é só um de meus vários passeios, é demonstrada então a grande variedade que tenho partindo de Santana... São linhas que não acabam, e ainda tem metrô pra conhecer linhas de outras áreas! Agora, sem mais delongas, vamos ao que ocorreu hoje...
1º passo: pegar a 172T/10.
Pegar a 172T/10 é um grande desafio. Um problema são os longos e irregulares intervalos tanto nos dias de semana como nos finais de semana, além de adversidades que podem ocorrer como por exemplo: imagine um motorista passando reto pelo ponto, devido a um ou outro ônibus parado, depois de uns... 25 minutos de espera? Seria chato...
Muitíssimo felizmente, não ocorreu problema algum! Dirigi-me ao ponto 15:11 , e cerca de 5 minutos depois, apareceu com seu diferenciado letreiro, onde lia-se facilmente “1 7 2 T ↕ B R Á S”, o Caio Apache Vip 2 2994, um OF-1417 queimado há uns anos por vândalos do PCC, que foi reencarroçado pela Sambaíba. A primeira coisa que percebi ao entrar no ônibus foi que, por muita coincidência, o motorista do ônibus era um cara que eu havia visto no Orkut, na comunidade da empresa (Sambaíba), e que se apresentou como motorista da linha (172T/10) em um tópico e inclusive me ajudado quando perguntei onde ficava o TS dela! Fiquei boquiaberto na minha mente com esta situação. Quando entrei no ônibus, ele estava razoavelmente vazio, com lugares na parte da frente inclusive, portanto aproveitei para gravar (e colocar no Youtube). Tudo correu normalmente. Quando eu terminara de gravar, o ônibus começou a lotar perto da Avenida Carlos de Campos (não de idosos, então pude ficar sentado), mas estou comentando isso, porque nunca imaginei que a 172T/10 fosse uma linha capaz de lotar um ônibus do jeito que vi. Como imaginei, quase todos os passageiros desceram no Largo da Concórdia, restando apenas umas poucas almas que seguiram para o vazio e vazio terminal do Metrô Brás.
Foto recente do 2 2994 operando a linha 1782/31. (Créditos a Victor Vieira do ÔnibusBrasil.)
Agora vem o fim da história 172T/10: cheguei ao Metrô Brás normalmente 16:00 (aproximadamente), e o que achei do ônibus? Nada de mais. Foi rápido até para um OF-1417, o que atrasou a viagem foi o constante sobe-e-desce durante o trajeto que presenciei, em quase todos os pontos subia ou descia alguém (e geralmente só uma pessoa). Como eu disse, gravei, e aí está para quem desejar:
2º passo: pegar a 2175/10.
Após uma caminhada de 5 minutos do Terminal da Estação Brás até a “Parada Piratininga” da Avenida Rangel Pestana, eu estava pronto para apanhar a 2175/10, na parada número 1 (ali existem três paradas, sendo que todas as linhas da área 2 utilizam a número 1, com exceção da 172T/10 que utiliza a número 2). Na verdade achei que seria de certa forma entediante, pois já conhecia o trajeto desta linha (usei-a num passeio há dois meses), e na verdade só preciso pegar ela para chegar até o TP da linha 175P/10, mas andar de ônibus é andar de ônibus. No tempo em que fiquei ali, o que mais passava, obviamente, eram ônibus da área 3 e 4, nos quais não prestei muita atenção, a não ser em um motorista de um Apache S21 da linha 4120/10 que parecia mais um “cantor” de funk, com seu boné virado, agasalho mal vestido e “cara de mau” (nunca vi um motorista de ônibus assim, que eu saiba todos devem usar uniforme, e mesmo os que usam camisas comuns são aceitáveis e têm de monte em qualquer empresa, mas esse estava bizarramente trajado).
Então, depois de 15 minutos de mais ônibus, da área 2 inclusive, atendeu-me o Busscar Urbanuss Pluss OF-1418 de prefixo 2 2730 da 2175/10, no qual embarquei umas 16h15. Caramba... Notei outra coisa quanto ao motorista: há uns dois meses, no passeio em que peguei essa linha, utilizei o Caio Millennium II PBC 2 2474, onde o motorista era um careca e o cobrador um cara moreno que aparentava ser jovem. E hoje, o que vi? Não, não foi um cobrador moreno e um motorista careca, foi ao contrário! E tenho quase certeza de que eram os mesmos, mas com posições trocadas... Achei estranho, mas deixa pra lá já que não tenho total certeza. Eu já achava que seria entediante e as forças para isso aumentaram após saber que eu andaria num Pluss OF-1418, mas o motorista foi bem! Esse OF-1418 parecia até um OF-1722M com o barulho que fazia na troca de marchas, e o giro era alto. Cheguei ao TP da linha na Vila Sabrina em um instante! Não houve muita coisa a ser notada no trajeto, no máximo os gritos de torcedor santista que dava o motorista “é o peixe, é o peixe amanhã, etc.”, o sobe-e-desce na Avenida Guilherme Cotching, entre outros.
Foto antiga do 2 2730, operando na linha 177C/10. (Créditos a Rafael do site http://only-buses.4shared.com.)
3º passo: pegar a 175P/10.
Meu objetivo: andar num dos novos millennium's. O 2 1767 foi meu alvo. (Créditos a Eduardo Sambaíba.)
Estava lançado mais um desafio relacionado à minha missão (andar de Millennium novo). Desta vez o problema não era com a linha, mas sim com a sorte: será que eu conseguiria encontrar um dos novos Caio Millenium’s da Sambaíba parado no TP? Apesar de ser uma linha queridinha, ainda recebe ônibus de motor dianteiro (famosos cabritos) e também outros traseiros que não são novos (mas que não deixam de ser bons carros).
Indo direto ao ponto, notei ainda dentro do Pluss da 2175/10 a presença de um Millennium O-500U novíssimo (2 1767), e também um outro O-500U antigo, de 2008 (2 1323) parados no TP, na Vila Sabrina. Eu pretendia seguir viagem na linha até o seu ponto final, porém há uma coisa a ser dita: ela passa por seu ponto inicial dá voltas pelo Jardim Guançã, e finalmente regressa ao ponto inicial. Como eu disse, eu apenas pretendia fazer isso, pois ao ver o Millennium parado lá, desci da 2175/10 num ponto na Av. João Simão de Castro poucos metros depois, ao invés de ir até o ponto final, e fui andando até o TP com o seguinte pensamento: vou pegar um dos cobiçados Millennium's novos, yea! Tais palavras trouxeram felicidade por curto tempo, felicidade que foi abaixo quando vi tal Millennium novo partindo, quando eu ainda estava distante o suficiente para não poder tomar nenhuma atitude. Parecia que tudo estava arruinado para minha segunda missão, mas num momento de glória, lembrei-me de que a 175P/10 faz uma pequena volta para sair no começo da Avenida João Simão de Castro, ou seja, passaria ali de novo... Isso me fez voltar rapidamente para o mesmo ponto de onde desembarquei da 2175/10, e três minutos depois consegui completar minha segunda missão, com a chegada do brilhante e novo millennium, para o qual com certeza não hesitei em sinalizar cerca de 16h55.
No 2 1767 tudo brilhava, até o retrovisor, o carro tinha cheiro de carro novo, e um dos mais bonitos sons de motor: o do O-500U. Outra coisa interessante a ser reparada é que as portas, tanto de embarque como de desembarque, abriam normalmente “em movimento”, não em movimento de 40km/h por exemplo do nada, é claro, mas abriam quando o motorista ainda estava encostando no ponto e não havia freado totalmente, diferente dos novos Millennium’s O-500M, que param totalmente antes de abrir suas portas (talvez seja ordem da empresa), graças ao Anjo da Guarda, presente em toda a frota (na verdade uma vez vi um Marcopolo Torino circulando normalmente com a porta aberta, sei não esses carros antigos de 1999, 2001...), é um aparelho que tem como função bloqueia certas atitudes no ônibus, como por exemplo, acelerar com a porta aberta. Aproveitei para gravar também, são poucos os que têm a oportunidade de fazer isso (mas muitos os que podem). Até agora, são escassos até mesmo vídeos de Millennium’s O-500M, dos novos O-500U então não deve ter, certamente, portanto acho que serei o primeiro a divulgar um no Youtube. Aí está o vídeo:
Tirando uma mulher que ficou me encarando por eu a ter filmado na hora em que desceria (enquanto eu a ignorava), a viagem correu normalmente, e meu plano era descer em Santana. Porém deu-me uma vontade de chegar mais rapidamente e evitar a volta pela Avenida Nova Cantareira e o sobe-e-desce de passageiros que há na 175P/10. Já que a integração do bilhete único ainda estava em jogo, desci na Avenida Guapira, após o Parque Vitória, onde eu tinha três opções que iriam pela Avenida Luiz Dumont Villares (onde eu desceria em seu último ponto): 1782/31 (Metrô Santana – Vila Nova Galvão), 1703/10 (Shopping Center Norte – Jardim Fontális) e 1701/10 (Metrô Santana – Jova Rural). Eu disse três, porque citaria três, mas na verdade só esperaria por duas mesmo. Excluo a 1701/10, pois odeio as lotações da Transcooper.
Foto mal tirada do 2 2635.
Quando os relógios marcavam umas 17h25, veio o Urbanuss Pluss OF-1721 de prefixo 2 2635, com seu belo letreiro eletrônico branco, sendo um dos únicos Pluss de 2001 contendo um, na linha 1782/31. Foi assim que cheguei em casa hoje, tranquilamente (já que dentro do ônibus só havia umas 5 pessoas), 17h55, após curto um curto andar da Avenida "nova" à minha já citada casa, pronto para redigir esta história...